terça-feira, 26 de março de 2013

Músicas trabalhando o Imperialismo, e suas consequencias.

Seleção de Músicas relacionadas com a temática do Imperialismo a qual ajudará a reforçar opiniões e dinamizar os debates acerca desse assunto tão forte.




Africa Unite/ Bob Marley 1983 album: Survival.

Africa, Unite
'Cause we're moving right out of Babylon
And we're going to our father's land

How good and how pleasant it would be
Before GOD and man, yeah
To see the unification of all Africans, yeah
As it's been said already let it be done, yeah
We are the children of the Rastaman
We are the children of the Higher Man

Africa, unite 'cause the children wanna come home
Africa, unite 'cause we're moving right out of Babylon
And we're grooving to our father's land

How good and how pleasant it would be
Before GOD and man
To see the unification of all Rastaman, yeah

As it's been said already let it be done
I tell you who we are under the sun
We are the children of the Rastaman
We are the children of the Higher Man

So, Africa, unite, Africa, unite
Unite for the benefit of your people

Unite for it's later than you think

Unite for the benefit of your children
Unite for it's later than you think
Africa awaits its creators, Africa awaiting its creators
Africa, you're my forefather cornerstone
Unite for the Africans abroad, unite for the Africans a yard
Africa, Unite


TRADUÇÃO (Africa Unite)

Africa Se Une
África ,te une
Porque estamos saindo da babilônia
e estamos indo para a terra de nosso pai.

Como seria bom e agradável
diante de Deus e do homem,
ver a unificação de todos os africanos
como já tem sido dito ,deixe ser feito
nós somos as crianças do homem rasta
nós somos as crianças do homem mais elevado

Portanto África te une porque nossas crianças querem vir para casa
África te une porque estamos saindo da babilônia
e nós estamos trilhando a terra do nosso pai

Como seria bom e agradável
diante de Deus e do homem
 
ver a unificação de todos os homens rastas, yeah

como já tem sido dito,deixe ser feito
eu te digo quem nós somos embaixo do sol
nós somos as crianças do homem rasta,
nós somos as crianças do homem mais elevado

Então Africa te une,
te une para o bem do nosso povo
Te une pois está mais tarde do que você pensa

Te une para o beneficio de suas crianças
Te une pois esta mais tarde do que você pensa
A África espera por seus criadores, a África espera por seus criadores
África você é meu antepassado fundamental
Te une para os africanos que estão no mundo, te une pelos africanos de longe
África te une


Pontos levantados na música: * Necessidade de unificação da África.
Pontos relevantes no uso desta música em sala de aula: Um ponto de partida para análise e indagação acerca dos diversos elementos que levaram à partilha da África, assim como ressaltar os conflitos internos(tribais), impulsionados pela presença  imperialista europeia. *Africanos de Longe, africanos traficados.
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Terra De Gigantes
Engenheiros do Hawaii (Engenheiros do Havaii / album de 1989)


Hey mãe!
Eu tenho uma guitarra elétrica
Durante muito tempo isso foi tudo
Que eu queria ter
Mas, hey mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia exatamente o que fazer
Hey mãe!
Tenho uns amigos tocando comigo
Eles são legais, além do mais,
Não querem nem saber
Mas agora, lá fora,
Todo mundo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas de qualquer lugar
Nessa terra de gigantes
(eu sei, já ouvimos tudo isso antes)
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes
As revistas
As revoltas

As conquistas da juventude
São heranças
São motivos
Pr'as mudanças de atitude
Os discos
As danças
Os riscos da juventude
A cara limpa
A roupa suja
Esperando que o tempo mude
Nessa terra de gigantes
(tudo isso já foi dito antes)
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes
Hey mãe!
Já não esquento a cabeça
Durante muito tempo isso foi
Só o que eu podia fazer
Mas, hey mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre coisas que a gente
Não pode entender
Por isso mãe!
Só me acorda quando o sol tiver se posto
Eu não quero ver meu rosto
Antes de anoitecer
Pois agora lá fora
O mundo todo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas…
Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes
.
.


[Produzida no ano de 1989, a música “Terra de Gigantes” traz em sua temática, a crítica ao imperialismo/ capitalismo que: * “troca vidas por diamantes”; além de levar a pensar os conflitos ocorridos sobretudo no Sul da África na busca por minérios, dentre eles o diamante; leva-nos a pensar e por conseguinte levar para a sala de aula a ideia de um imperialismo ideológico, *A juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes.]




PROFESSORA: MARIA DAS GRAÇAS BATISTA DE ALMEIDA

O IMPERIALISMO DO SÉCULO XIX

            A expansão no imperialismo do século XIX foi um novo passo no processo no processo de mundialização de ordem capitalista. As populações africanas e asiáticas foram subjugadas e incorporadas à ordem européia.
            Ao longo da história ocidental, os africanos foram conquistados, escravizados, inferiorizados e estigmatizados. O tráfico de escravos rendeu fortunas a algumas elites econômicas e muita miséria, exploração e sofrimento para dezenas de milhões de africanos.
            Na Ásia, o colonizador europeu, sustentado em guerras de conquistas e pela manutenção do domínio também deixou um enorme saldo de imposições culturais e econômicas, de mortos, feridos e famintos.
            Como essa trágica herança afeta hoje os países africanos e asiáticos?
           

A história tradicional do Ocidente, com uma visão eurocêntrica, quase sempre tratou como não relevante a história de outras regiões. Esse olhar, que tem a Europa como eixo do movimento civilizatório e evolutivo, como já destacamos, foi construído desde a Antiguidade, época em que a região mediterrânea era definida como centro do mundo. A África, desde então, passou a ser vista como distante, como a região de “homens de faces queimadas”. Daquele período até o final da Idade Média, especialmente com a religiosidade cristã medieval, a cor negra foi associada ao pecado e ao demônio, firmando a visão preconceituosa em relação aos povos africanos. Também os asiáticos foram vistos com estranhamentos e desconfianças, mas também com fascínio por sua cultura tão distinta. Poucos eram os que conseguiram considerar africanos asiáticos como seres humanos iguais aos europeus, diferentes apenas no aspecto étnico e cultural. Essa idéia da supremacia européia e conseqüente inferioridade de outras culturas, especialmente as africanas e asiáticas, como vimos, consolidou-se durante a Idade Moderna, quando a Europa passou a centralizar o poder econômico, político e militar mundial.
            As práticas imperialistas intensificaram-se na segunda metade do século XIX, a partir dos países europeus industrializados, principalmente a Inglaterra, e levaram à partilha dos continentes africano e asiático. Na mesma época, também os Estados Unidos e o Japão também exerceram práticas imperialistas, em especial em suas regiões de influência – respectivamente America Latina e costa Oriental da Ásia.
            Diferentemente do colonialismo do século XVI, cuja meta era a obtenção de especiarias, gêneros tropicais e metais preciosos no continente americano, o neocolonialismo do século XIX procurava mercados consumidores de manufaturados e fornecedores d matérias-primas (como ferro, cobre, petróleo, manganês, trigo e algodão).
            Além disso, naquele momento, as potências buscavam colônias para instalar parte de seu excedente populacional e novas áreas de investimento de capitais. Vale destacar que a população européia havia passado de 70 milhões para 190 milhões entre 1500 e 1800. No século XIX, teve um aumento ainda maior, chegando a 423 milhões (enquanto a população mundial passava de 900 milhões para 1,6 bilhão). Com áreas coloniais recebendo esses excedentes, e novas populações sendo conquistadas, garantiam-se impostos e contingentes os exércitos imperialistas.
            Motivada, portanto, pelo capitalismo industrial e financeiro, a intervenção imperialista ocorreu principalmente na África e na Ásia.
            Além da Inglaterra, participaram da corrida neocolonial do século XIX a França, a Rússia, os Países Baixos e a Bélgica, entre outras nações. Também a Alemanha e a Itália, depois de unificadas no último quartel do século XIX, iniciaram sua atuação nesse processo, assim como Portugal e Espanha, metrópoles coloniais desde o século XVI.
            As disputas entre potências por áreas coloniais agravaram conflitos e estimulou o armamentismo, o que levou a formação de blocos de países rivais de uma conjuntura tensa e propícia a uma confrontação em grande escala: a primeira guerra mundial.        
 
Referências bibliográficas
 
BRAYCK, PATRÍCIA RAMOS
 
HISTÓRIA DAS CAVERNAS AO TERCEIRO MILÊNIO / MYRIAM BACHO MOTA – 2ED. – SÃO PAULO – MODERNA 2010.
 
OBRA EM 3 V.
 
BIBLIOGRAFIA (ENSINO MÉDIO) MOTA, MYRIAM BECHO. II t.         



segunda-feira, 25 de março de 2013




Após reunião de planejamento com toda a equipe PIBID História UEPB campus I, foi decidido a transferência de nossa equipe da Escola Estadual Argemiro de Figueiredo (Escola Polivalente) para a Escola Estadual Raul Córdula localizado no bairro do Presidente Médici aqui mesmo na cidade de Campina Grande. Doravante, a equipe que realizava seus trabalhos na Escola Estadual Raul Cordula nos substituiu na escola Polivalente, dinamizando dessa maneira ainda mais, o nosso trabalho.